A rápida ascensão de Wesley no futebol europeu já começa a render frutos fora de campo. Com apenas quatro meses na Roma, 21 partidas disputadas e três gols marcados, o lateral-direito brasileiro virou alvo de grandes clubes da Inglaterra e voltou a despertar o interesse do Manchester City, que já fez sondagens para entender as condições de uma possível negociação.
O jogador de 22 anos, revelado pelo Flamengo, não é novidade no radar do clube comandado por Pep Guardiola. O City já havia demonstrado interesse na janela anterior, mas acabou vendo a Roma fechar negócio por 25 milhões de euros, com a possibilidade de mais 5 milhões em bônus por metas atingidas. Agora, com a adaptação relâmpago ao futebol italiano e atuações consistentes, o nome de Wesley voltou com força aos relatórios do Grupo City.
Internamente, a avaliação é de que o brasileiro se consolidou como uma opção confiável em um mercado carente de laterais-direitos jovens e prontos para alto nível. A sequência como titular, aliada ao respaldo de Carlo Ancelotti – que o convocou em todas as listas recentes da Seleção –, reforçou ainda mais a boa impressão.
Além do Manchester City, clubes como Newcastle e Tottenham também acompanham de perto a situação do jogador. No entanto, o time de Guardiola é quem tem feito os movimentos mais concretos, mantendo contatos ativos desde a última janela. A expectativa é de que uma proposta oficial possa surgir até o fim de janeiro.
Na Roma, Wesley já é peça-chave. Ele iniciou 19 das 21 partidas que disputou e foi decisivo em vitórias importantes contra Bologna, Cremonese e Como, caindo rapidamente nas graças da torcida. O clube italiano, ciente do interesse inglês, não estipulou valor para venda e não pretende facilitar uma saída, apostando ainda em uma valorização maior após a próxima Copa do Mundo.
Natural de Santa Catarina e revelado pelo Tubarão em 2020, Wesley construiu trajetória sólida no Flamengo, onde atuou por cinco temporadas antes de ser negociado após o Mundial de Clubes de 2025. Pela Seleção Brasileira, soma cinco jogos, sendo dois sob o comando de Dorival Júnior e três com Carlo Ancelotti.









